Arte Inclusiva

 

Projeto que passa despercebido do grande público, feito por gente que chama atenção por ser considerada ‘diferente', a Trupe do Trapo - que há 5 anos faz trabalho de inclusão de pessoas com deficiência à música e ao teatro - sobrevive à falta de incentivos. Desde seu início é a marca de algo feito para resistir às adversidades.

Hoje com cerca de 20 alunos, que passeiam dos 14 aos 75 anos, a companhia tem integrantes com deficiência mental leve, autismo, problemas psicomotores e neurológicos e deficientes físicos. Coordenada por Viviane Louro, Danielle Burghi e Sérgio Zanck, ela é sediada em sala emprestada da Escola Américo Brasiliense, em Santo André.

O trabalho é voluntário. Até pouco tempo todos tinham até aula de capoeira, mas a pessoa que ministrava o esporte teve de apertar a agenda e abrir mão das aulas no grupo.

As mudanças necessárias para tornar edifícios e imóveis acessíveis a todos

As cidades e edificações deveriam ser projetadas para dar acessibilidade a todos. Mas, na prática, nem sempre isso acontece. Ainda hoje, há calçadas com larguras inferiores às solicitadas pelas regras da Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT) e prédios sem os equipamentos necessários para que pessoas com deficiência motora ou visual tenham acesso a eles. Algumas adaptações simples podem, no entanto, tornar o trânsito pelos ambientes mais fáceis, dizem especialistas.

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