Projeto reforça direito de mulheres com deficiência a exames de mama e de colo uterino

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira (7) o PLS 406/11, projeto de lei que visa assegurar às mulheres com deficiência o direito aos exames de câncer de mama e de colo uterino. A autora da proposta, senadora Ana Amélia (PP-RS), frisou que essas mulheres “enfrentam sérios obstáculos para realizar tais exames”. A matéria será encaminhada agora à Câmara dos Deputados.

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No seu dia a dia, a médica da Família Nayra Almeida da Silva, 30, está acostumada a lidar com toda sorte de situações. Seja realizando atendimentos domiciliares ou no ambulatório do Módulo de Saúde da Família Josephina Melo, onde trabalha no Jorge Teixeira 2, Zona Leste, ela  repassa aos seus pacientes orientações e aconselhamentos importantes sobre higiene, métodos contraceptivos, doenças sexualmente transmissíveis, pré-natal, tendo sempre a fala como principal instrumento de trabalho.

Na onda da acessibilidade, a Sol Metal, empresa situada em Diadema, disponibiliza no mercado uma nova opção de transporte para os deficientes físicos: um triciclo adaptado

 

Trata-se de uma adaptação de uma Burgman 125cc, da Suzuki. Nos triciclos convencionais, a rodagem dupla é traseira. Já no Sun Trike, como é chamado, as duas rodas estão localizadas na parte da frente, o que proporciona mais agilidade e estabilidade, segundo um dos idealizadores do produto, o mecânico Cleber Chamelet.

 

A ideia surgiu após um dos irmãos de Chamelet sofrer um acidente de parapente, em 2003, que o deixou paraplégico. "Ele era meu companheiro de motocross e, depois do acidente, sentiu vontade de andar de moto de novo. Por isso, elaboramos esse modelo adaptado, que passou a atrair a atenção de muitas outras pessoas", conta.

Hoje, a Sol Metal é responsável pela comercialização do triciclo. "Atualmente, somos a única indústria no Brasil a fazer esse trabalho", afirma o sócio-gerente da empresa Armando Ciccone. "É um conceito novo no Brasil. Trata-se de um transporte urbano pequeno, versátil e ágil, que pode servir tanto para cadeirantes como para qualquer outra pessoa", explica.

Além da adaptação da dupla rodagem dianteira, foi feita a diminuição da altura do centro de gravidade. O banco original também foi trocado por um assento mais anatômico e ao mesmo nível da cadeira de rodas, a fim de facilitar a transferência do deficiente, que pode fazê-la sozinho, de forma simples e segura. 

Segundo Ciccone, o valor da adaptação, que pode ser feita tanto em uma moto usada quanto em uma 0km, gira em torno de R$ 5 mil.

O Sun Trike já foi aprovado pelo Inmetro e pelo Denatran e, desde abril de 2010, possui código do Renavan. Até agora, treze unidades já foram vendidas. Nenhum morador do Grande ABC, no entanto, fez a aquisição.

"A sensação de liberdade não tem preço. Com o triciclo, você não depende de ninguém pra te proporcionar o prazer de pilotar uma moto e, além disso, é uma opção de transporte diário", afirma Ciccone.

Quem adquiriu o produto, diz não se arrepender. É o caso do aposentado Márcio Silva do Rosário, 35 anos. Cadeirante desde 2002, ele usa o meio de locomoção há cerca de oito meses e garante ter feito um ótimo negócio. "Ganhei mais mobilidade e independência. Agora posso passear, ir à beira da praia... é um ‘brinquedinho'' bem legal."

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