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  1. katiabh
  2. O deficiente e o trabalho
  3. Terça, Fevereiro 12 2008, 07:43 AM
  4.  Assinar via e-mail
Amigos do forum,

Essa é uma reportagem ultrajante e ofensiva vinda de um homem que infelizmente tem uma influência na iniciativa privada. Precisamos deixar de ser observadores e dar as devidas respostas a empresários como estes. Aqui em Belo Horizonte os conselheiros e entidades estamos perparando um resposta carta utilizando do mesmo recurso da imprensa para responder a uma afirmação tão descabida de dizer qeu nós pessoas com deficiência não queremos trabalhar.
Aqui iremos convocar formalmente a Federação das Indústrias de MG para expor sobre estas pesquisas justificando as informações descabidas.
A vocês sugiro que entupam de protestos o email da FIEMG como repudio pela sugestão em diminuir a porcentagem do sistema de cotas. Quando vocês entupirem o email da Instituição nós aqui em BH ficaremos sabendo de imediato a repercursão.
Neste sentido acho que o email pode funcionar pois estaremos aqui monitorando.
ABraços

Kátia Ferraz
Pres. CVI-BH


EMPREGO INCLUSIVO
Robson Braga de Andrade - Presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Sistema FIEMG)

A inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho constituiu-se durante anos e décadas, talvez séculos, em um grande desafio para a sociedade brasileira. Nos últimos anos, sobretudo nas duas últimas décadas, este cenário começou a mudar, impulsionado por dois fatores decisivos: de um lado, a crescente preocupação das empresas em adotar políticas de responsabilidade social que incluem, de forma espontânea, a reserva de um percentual dos empregos que geram para pessoas com deficiência; de outro, a lei 8213, de 1991 - a chamada lei de cotas - que instituiu a obrigatoriedade da contratação de trabalhadores com deficiência em percentuais que variam segundo o porte das empresas: 2%, para empresas que tem entre 101 a 200
empregados; 3% para empresas de 201 a 500 empregados; 4% para aquelas que têm entre 501 e 1000 trabalhadores e de 5% para empresas com mais de 1000 empregados.
Tal a sua força, estes instrumentos de inclusão social acabaram por gerar
uma situação inusitada e que exige reflexão. Em um mercado de trabalho como o brasileiro, acostumado a conviver com altas taxas de desemprego - o País fechou 2007 com 1,7 milhão de desempregados - há hoje uma surpreendente exceção: sobram vagas, milhares de vagas, para uma categoria especial de trabalhadores - são exatamente as pessoas com deficiência. Por mais que as empresas se empenhem - em nome dos valores que regem a prática da responsabilidade social empresarial e, também, para cumprir os dispositivos da Lei 8213 - não conseguem encontrar trabalhadores para preencher as vagas de emprego destinadas a eles. E não encontram simplesmente porque eles não estão disponíveis no mercado.
Trabalhamos com a convicção de que a prática da responsabilidade social
empresarial é hoje um processo irreversível e crescente, uma vez que as
empresas brasileiras compreendem cada vez mais a sua missão de agentes de transformação e inclusão social. Igualmente, entendemos que a legislação de proteção aos trabalhadores com deficiência é absolutamente necessária e deve ser preservada. No entanto, para que efetivamente produza os resultados a que se propõe, deve ser revista para se adequar à realidade do mercado de trabalho.
Ao estabelecer os percentuais de vagas a serem reservadas aos trabalhadores com deficiência, o legislador considerou a existência de um contingente de aproximadamente 10% da população brasileira, com base em estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS), respaldados pelo censo demográfico do IBGE de 2000, que dimensionou em 24,6 milhões o número de pessoas com estas características. A magnitude deste número - 14,48% da população brasileira - pressupunha que as empresas não teriam dificuldades em encontrar e contratar estes trabalhadores de acordo com as cotas estabelecidas. Porém, ao considerar as pessoas com deficiência em idade ativa para o trabalho, entre 15 e 59 anos, este número cai para 15 milhões de pessoas - uma redução de aproximadamente 40%. Indo além e considerando-se apenas aqueles que
preenchem os critérios estabelecidos pela Lei 8213, o número reduz-se,
drasticamente, para 3,2 milhões, o que significa 1,47% da população, de
acordo com estudos da Federação das Indústrias de Minas Gerais/Instituto
Euvaldo Lodi.
Deste percentual, já reduzido, uma grande parcela não se interessa em
ingressar no mercado de trabalho, optando pelos programas sociais
governamentais, entre eles o Benefício de Prestação Continuada - o BPC, que lhes assegura renda mensal de um salário mínimo - e também pelas
aposentadorias por invalidez concedidas pelo INSS. Quando decidem pelo
mercado de trabalho, em vez da iniciativa privada, manifestam clara
preferência pelos concursos públicos, que lhes asseguram cotas que variam de 5% a 20%, normalmente preenchidas pelos mais qualificados. No setor industrial, onde o avanço tecnológico acelerado exige trabalhadores cada vez mais preparados, a dificuldade em empregar pessoas com deficiência é ainda maior, pois em função de seu grau de qualificação eles são absorvidos preferencialmente pelo comércio e pelo setor de serviços. Na indústria, outro fator de limitação é a questão da segurança pessoal dos trabalhadores, que desaconselha a contratação de determinados tipos de trabalhadores com deficiência.
Diante da importância do tema, o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), instituição
integrante do Sistema Fiemg, acaba de concluir um exaustivo estudo que,
desde já, colocamos à disposição das autoridades. Elaborado com o objetivo de contribuir para o aprimoramento da Lei 8213 e dos demais instrumentos legais que a regulamentam, o estudo Fiemg/IEL explicita a necessidade de adequações na legislação e apresenta propostas dentre as quais se destacam as seguintes: revisão dos percentuais de cotas estabelecidos pela legislação; alteração do conceito de pessoas com deficiência, de forma a ampliar o número de trabalhadores potenciais; inclusão do aprendiz com deficiência na cota legal, assegurando-se a preferência de contratação daqueles que se destacarem; estabelecer critérios de regionalização para facilitar a contratação nas proximidades das empresas; mapear as áreas de risco nas quais a contratação de pessoas com deficiência não é recomendada, utilizando-se metodologia do próprio Ministério do Trabalho; manter os dispositivos incluídos em projeto atualmente em tramitação no Congresso Nacional, de autoria do senador José Sarney, especialmente nos aspectos ligados à terceirização, programas de profissionalização e contratação das
chamadas oficinas protegidas.
Ao submeter estas propostas à ampla discussão da sociedade, nosso objetivo é o de contribuir para que, aperfeiçoada, a Lei 8213 cumpra o objetivo de garantir a efetiva inserção das pessoas com deficiência no mercado de trabalho, segundo critérios pautados na realidade e na exeqüibilidade.

[b:120d9d0055]Publicado no Jornal Estado de Minas, quinta-feira, 07 de fevereiro de 2008.
[/b:120d9d0055]
SISTEMA FIEMG
Assessoria de Comunicação Corporativa
Gerência de Relações Públicas
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JOHN DOE Aceitar Resposta Pending Moderation
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Estou atrasado na data de envio e muito!


Mas acredito que essa história de lei de cotas para aleijados é enrolação.


Precisamos mesmo assegurar vagas para pessoas sem competência, desempenhar funções em nossas empresas?!


Seria melhor que se dedicassem aos seus hobies com a mesada que todos os trabalhores capazes pagam à voces!!


Como nosso colega disse anteriormente, ele sofreu acidente de moto e não utilizou em momento algum benefícios forçados por lei, ou seja, ele é competente para continuar trabalhando e não precisa entrar pela porta dos fundos, como um desqualificado que está à trabalhar por força de lei.


 


Abaixo a incompetência e leniência de nossos governantes que legislam em nome de minorias insignificantes que nada agregam em nossa sociedade!

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  3. N 1
pcsocio Aceitar Resposta Pending Moderation
Amin
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:) Olá doggd32,

Até entendo sua situação de raiva ou mesmo desesperançoso com os poucos direitos legais de uma PPD, porém gostaria de fazer os seguintes comentários, na esperança de poder mostrar-lhe que existem sim "luz no fim do túnel":

*Como classificar como ENROLAÇÃO a compra de veículos para nós PPD com descontos de impostos. Isto é uma realidade para muitos, infelizmente nem todos terão ou poderão possuir um carro adaptado. Hoje em dia, a própria FIAT, já oferece uma gama razoável de veículos, de baixo custo. Realmente nem todos poderão ter HONDA e COROLA, porém a Legislação está sendo cumprida;

*Concordo com você que a iniciativa privada desrespeita muito, e o governo não fiscaliza, a cota destinada aos PPD em empresas com mais de 50 funcionários. Neste ponto eu diria que nos falta muito um SINDICATO forte que nos represente tal qual os taxistas tem;

*Finalmente a legislação ainda é falha com relação ao período de isenção. Eu como moro no Rio posso comprar um carro, feito no Rio e trocá-lo depois de 2 anos, igualzinho os taxistas. Deste modo, sua preocupação em ter capital na mão, quando de uma necessidade, melhora muito concorda? Ademais no caso de venda, antes do prazo legal, ou você paga os impostos negociando com o comprador do seu carro ou mesmo não transfere ele de imediato, só válido para compradores conhecidos e de confiança.

Grande abraço e mude sua maneira de pensar. Não estamos nas melhores condições, porém o que já temos tá de bom tamanho. Insisto, se lutarmos mais, através de um SINDICATO representando nossa classe de PPD, ganhariamos muito mais, isto eu tenho certeza.

Paulo Sócio
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  3. N 2
doggyd32 Aceitar Resposta Pending Moderation
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> Olá

> Essa história de emprego para deficiente e desconto em automóveis é pura enrolação.
> Sou deficiente desde 1994 devido á um acidente de motocicleta.
> Nunca usei de nenhuma isenção ou vaga de emprego para PNE.
> As vagas de emprego são sempre de baixo salário e qualificação ou de muita qualificação, nunca tem nada mediano.
> Oque adianta eu ter um desconto de IPI e ICMS se tenho que comprar um carro de R$ 50.000,00 no mínimo, porque não um uno mille ou um ford KA de R$ 24.000,00 com opção de cambio automático?
> Outro detalhe....
> um automóvel(principalmente quitado) muitas vezes é como uma poupança que em horas de apuro financeiro se faz livre dele.
> No caso dos PNE só depois de 3 anos (tenho um carro que é meu mas não posso vender)
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  3. N 3
Eddy Aceitar Resposta Pending Moderation
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Olá Kátia,
Faz pouco tempo que faço parte deste site, gostaria de saber como ficou a questão do polêmico artigo do Sr. Robson.
Muito bem escrita a carta da Louíze, ela com certeza expressou nossa revolta diante de um artigo tão vergonhoso.
Um abraço
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  3. N 4
xambre Aceitar Resposta Pending Moderation
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Caro amigos (as)!

Esse espaço é destinado a debates de altíssima relevância. Aqui não é o local adequado para anuncios.

Estou postando essa mensagem para tirar de evidência os anuncios inoportunos no forum.

Peço desculpa pelo procedimento.

Um abraço a todos.


André
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  3. N 5
katiabh Aceitar Resposta Pending Moderation
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Uma Carta enviada ao presidente da FIEMG por Luize Alves Vieira
fonte: LISTA DO CVIBRASIL

Prezados Senhores do SISTEMA FIEMG,
Meu nome é Louíze, sou cadeirante, moro em Brasília, e gostaria de dizer
que achei extremamente inoportuna a declaração do Sr. Robson Braga de
Andrade, que está ao final deste e-mail. Um verdadeiro manifesto
anti-inclusão social.
Sr. Robson, não concordo com o argumento de que "sobram vagas" sem
uma reflexão aprofundada da realidade. Em uma análise superficial, o Sr.
atribui tal fato à falácia do "... simplesmente porque eles não estão
disponíveis no mercado." O seu "simplesmente" esconde uma realidade
muito mais complexa. Já que é assim, será que alguém poderia me
explicar por que eu QUE ESTAVA DISPONÍVEL PARA O MERCADO DE
TRABALHO fiquei dois anos batalhando emprego em empresas privadas e
nunca consegui? Será que alguém poderia me explicar por que eu não
consigo encontrar uma vaga para oito pessoas com deficiência QUE
ESTÃO DISPONÍVEIS PARA O MERCADO DE TRABALHO (eu sou voluntária
de uma asssociação e tento conseguir emprego para as pessoas com def.
na minha comunidade, algumas até com boa formação, mando o
curriculum deles pra todos os anúncios que vejo, encaminho eles para
entrevistas e dificilmente consigo êxito)?
Acho sinceramente que faltam alguns elementos à sua análise, Sr.
Robson. Creio que o Sr. "se esqueceu", por exemplo, das dificuldades de
acesso físico que temos nas cidades brasileiras. Como é que uma
indústria vai contratar uma pessoa com deficiência DISPONÍVEL PARA O
MERCADO DE TRABALHO E DEVIDAMENTE CAPACITADA PARA A FUNÇÃO
se ela não tem condições de chegar ao seu local de trabalho (será que o
Sr. já imaginou, por exemplo, como é para um cadeirante pegar um
ônibus que não é adaptado?)? Acho que seria muito mais útil para a
sociedade brasileira se o Sistema FEIMG apoiasse a promoção da
acessibilidade nas cidades mineiras do que simplesmente propagar, de
forma errada e irresponsável, que os deficientes "NÃO ESTÃO
DISPONÍVEIS PARA O MERCADO".
Ah, Sr. Robson, sabe outro dado interessante? Na hora de incluir, as
indústrias, por pura preguiça de se adaptar, preferem quem tem
"DEFICIÊNCIA LEVE", mas bem levesinha mesmo - é o que mais observo
por aí. Sabe como é, né: aquele surdinho que escuta quase tudo, aquele
em que só falta o dedo mindinho, etc. Ih! Tenho a ligeira impressão de
que o tal "exaustivo estudo" da Federação das Indústrias de Minas Gerais/
Instituto Euvaldo Lodi estava pensando exatamente nisso quando propôs,
entre outros, "alteração do conceito de pessoas com deficiência". Por que
será que é preciso essa alteração? Desculpe a brincadeira, mas essa
ampliação deve ser para também contemplar quem tem unha encravada -
assim fica mais fácil de a indústria mineira contratar, não é Sr. Robson?
Outro elemento de análise para o Sr.: a dificuldade dos gestores
empresariais de absorver a cultura da inclusão. Uma das frases mais
ouvidas por mim a minha vida inteira, seja na hora de pleitear um
emprego ou simplesmente de estudar: "Você tem muito conhecimento e
capacidade, mas EU NÃO ESTOU PREPARADO PARA TE RECEBER". Essa
expressão é derivada do comodismo, da ignorância e do preconceito,
entre outros - sempre vi isso estampado na cara de quem me disse essa
asneira. Pergunta para você, Sr. Robson: As indústrias mineiras estão
preparadas para receber o trabalhador com deficiência? Sabe, é mais fácil
dizer que os deficientes "NÃO ESTÃO DISPONÍVEIS PARA O MERCADO" do
que se preparar concretamente para recebê-los. Por gentileza, promovas
um estudo sério nas indústrias mineiras e comprovarás o que eu vos digo,
Sr. Robson.
E vem cá Sr. Robson, que história é essa de que os deficientes "preferem"
receber o salário mínimo do INSS? Permita-me explicar-lhe algo: um
salário mínimo mal dá pra pagar o medicamento que a maioria dos
deficientes precisa pra sobreviver. O Sr. realmente acha que alguém em
sã consciência prefere ficar em casa sem fazer nada sobrevivendo com
um salário que só é suficiente para a alimentação, praticamente (já
percebeu como o preço de quase tudo é caríssimo?)? É a minoria da
minoria da minoria dos deficientes que prefere viver assim. Quanto à
maioria dos que recebem pensão do INSS, possivelmente ficaram um
bom tempo tentando uma oportunidade de trabalho e nunca conseguiram
- foram pra o INSS, ué, vão passar fome? Muitos também procuram um
emprego público, entre outros motivos, porque dificilmente as empresas
privadas cumprem a cota prevista em lei. Entendeu? Pra maioria dos
deficientes só restam a pensão do INSS e as oportunidades no serviço
público, ao menos é o que eu vejo. Se as indústrias mineiras oferecerem
oportunidades viáveis de emprego (acessibilidade + boa vontade de
incluir [inclusive quem não tem deficiência leve]) aos deficientes, tenho
certeza de que eles não vão "optar", como dito em suas próprias
palavras, por receber pensão do INSS.
Um ponto em que concordamos: realmente, acredito que há algumas
poucas áreas dentro da indústria em que não seria razoável empregar a
pessoa com deficiência, seja por questão de segurança ou de inaptidão
física. Entretanto, não concordo que para isso a indústria mineira esteja
impossibilitada ou mesmo deva contratar menos pessoas com deficiência.
Vou dar-lhe um exemplo em outro ramo do mercado: o de aviação civil. É
claro que ficaria difícil contratar um deficiente para pilotar um avião ou
ser comissário de bordo. Contudo, há tantos outros setores dentro de
uma compania aérea em que pode trabalhar um deficiente, Sr. Robson!
Ele pode trabalhar com arquivos, com patrimônio, com recursos
humanos, com atendimento ao passageiro, são diversas possibilidades -
as empresas aéreas, assim como as industriais, não têm como arrumar
desculpa para não oferecer emprego ao deficiente. Lembre-se sempre: o
percentual previsto na lei é POR EMPRESA e não por setor dentro da
empresa (onde realmente em alguns poucos não há possibilidade de
trabalho para o deficiente).
E que matemática extravagante é essa a do "exaustivo estudo"? Desculpe
a indelicadeza, mas eu também posso mostrar, usando parâmetros
semelhantes aos do "exaustivo estudo", que somente 1,47% da classe
média estaria em condições de assumir um emprego na indústria. Sr.
Robson, o IBGE considera que a população que tem deficiência é de
aproximadamente 10% do total - aqui no DF, já vi estatísticas oficiais que
consideram até 14%. Realmente, nesse universo de pessoas com def. há
os que não são economicamente ativos, como as crianças e os idosos.
Entretanto, não há "necessidade de adequações na legislação" conforme,
por exemplo, proposta daquele "exaustivo estudo" que indica a "revisão
dos percentuais de cotas estabelecidos pela legislação" como solução -
para quem tem má vontade em incluir, diga-se de passagem.
Aliás, traduzindo em miúdos o que o "exaustivo estudo" quer dizer com
"aprimoramento" da Lei 8213:
* Se o deficiente não consegue chegar ao local de trabalho por falta
acessibilidade física da cidade, problema do deficiente, propõem-se a
"revisão dos percentuais de cotas estabelecidos pela legislação".
* Se a indústria mineira diz ao deficiente que não está preparada para
recebê-lo, problema do deficiente, propõem-se a "alteração do conceito
de pessoas com deficiência, de forma a ampliar o número de
trabalhadores potenciais", provavelmente para contemplar quem tem
deficiência leve e a indústria mineira não ter que se preocupar com
adaptação.
* Se o deficiente tem dificuldade para capacitar-se (estudar em escolas
regulares, fazer um curso profissionalizante, etc.), problema do
deficiente, oras! Propõem-se, mais uma vez, a "revisão dos percentuais
de cotas estabelecidos pela legislação". E para justificar, diz-se que
"simplesmente ... não estão disponíveis no mercado."
* A indústria mineira somente se preocuparia com o "aprimoramento da
Lei 8213", jamais com as causas reais da dificuldade de empregar o
trabalhador com deficiência (acesso físico, condições para capacitação,
mentalidade de inclusão,...). Por que o "estudo exaustivo" não aponta as
VERDADEIRAS CAUSAS do não-cumprimento das cotas?
Finalizando a reflexão, creio que a resistência à inclusão do trabalhador
com deficiência, como demonstra a tentativa de "aprimoramento da Lei
8213", é o que se pode esperar da cultura dos ramos industriais típicos de
países subdesenvolvidos e atrasados. Duvido que em um país sério,
algum industrial proporia qualquer alteração legal que vá desfavorecer o
trabalhador com deficiência (lembrando que lá a lei funciona e a opinião
pública não tolera certas falácias com sendo verdade). Acho sinceramente
que algumas das idéias que o Sr. proclama não passam de lugar-comum
muito repetido por quem aparentemente não tem interesse na inclusão
social da pessoa com deficiência.
Louíze Alves Vieira
Cidadã e deficiente
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  3. N 6
katiabh Aceitar Resposta Pending Moderation
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Ruth,

Os meus argumentos einconformidades são todos em cima de não se admitir uma acertiva posta pelo presidente da FIEMG que tira o corpo fora na responsabilidade de oferecer isonomia para a pessoa com deficiência. Eu entendi que você estava defendendo a linha argumentativa desse senhor que nas entrelinhas tem o desejo de não mover uma palha em favor de uma sociedade justa. Para você entender a intenção dele, nossa instituição tem um convenio com uma gerencia desse Sistema FIEMG há 7 anos na realização de eventos de informação sobre todas as questões que precisam de discussão e promovam a pessoa com deficiência. Como nosso evento tornou-se algo de boa qualidade no nivel de informação e muito trabalho da eqipe do CVI-BH semana passada queriamos promover a discussão da convenção da ONU e antes quando tínhamos a liberdade de acordar o tema de casa evento promovido o dito gerente da FIEMG deu ordem para nao falar do tema. Disse que não quer discussao de política pública, não quer que fale de defesa de direitos mas sim fantasiar palestras mascarando com "borboletas e estrelinhas". É moça a ditadura não passou e este momento está bem pior que no período de sesseção!!
O que eu quero dizer com minhas falas e que as afirmações e causas e consequencia que este senhor coloca não possui nenhuma conexão ele mistura tudo pq é desinformado e eu entendi que a senhora concordava com a linha de pensamento dele, pq todos os argumentos dele são falhos, pq mascaram a verdade. As afirmações dele não podem ir a frente pq não possuem nenhuma boa intenção por isso temos q ficar atentos e espero que minha indignação seja entendida no ponto em que existe a responsabilidade daqueles q tem o poder e fazem de conta que estamos mortos, pois é isso que este senhor quer propagar. Pense nisso.

abs

Kátia
CVI-BH
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  3. N 7
enfinha Aceitar Resposta Pending Moderation
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QUERIDA KATIA
ACHO Q NÃO LEU MEU TEXTO COM A MESMA ATENÇÃO COM Q LI O SEU. EM NENHUMA LINHA ESTÁ MANIFESTO OU OCULTO QUE ACHO QUE A INCLUSÃO DE UM DEFICIENTE NO MERCADO DE TRABALHO É BEVOLÊNCIA OU CARIDADE. NEM QUE OS MESMOS OPTEM PELO BENIFÍCIO POR NÃO QUEREREM TRABALHAR. E ESSES BENEFÍCIOS , AO CONTRÁRIO DO QUE FOI DITO NÃO POSSUEM NENHUM CRITÉRIO JUSTO EM SUA CONCESSÃO, POIS COMO DEVE SABER É NECESSÁRIO QUE OS FAMIIARES NÃO POSSUAM RENDA PER CAPTA SUPERIOR A 25% DO SALARIO MINIMO (R$ 95,00), O QUER DIZER QUE BASTA UM TRABALHADOR NA FAMILIA DE 4 PESSOAS PARA QUE O DEFICIENTE PERCA O DIREITO AO BENEFÍCIO. O QUE DISSE EM MEU TEXTO FOI EXTAMENTE O MESMO QUE VOCE; QUE SÃO OOS ENFRENTAMENTOS DIARIOS EM RUAS E ESPAÇOS ESCOLARES EXCLUSIVOS (E NÃO INCLUSIVOS). QUE FAZEM COM QUE O DEFICIENTE NÃO CONSIGA SE CAPACITAR PARA O MERCADO DE TRABALHO E NÃO POR SER INCAPAZ DE APRENDER OU TRABALHAR, E NOS DUAS SOMOS EXEMPLOS DE COMO SOMOS CAPAZES
AS APOSENTADORIAS POR INVALIDEZ DE DEFICIENTES OU NÃO , SÃO A PROVA DE QUE O AMBIENTE DE TRABALHO NO BRASIL PODE SER INADEQUADO PARA TODOS E MAIS ESPECIFICAMENTE PARA O DEFICIENTE. SEI DA VERDADE HISTORICA DO CONFINAMENTO DE DEFICIENTES, OLIGOFRENICOS, PORTADORES DE HANSENIASE E DE OUTRAS PATOLOGIAS INCAPACITANTES E DEFORMANTES ATE HOJE. MAS ME ORGULHO DE DIZER QUE PREPAREI A MATERNIDADE EM QUE TRABALHO PARA RECEBER AS MAES DEFICIENTES, JA QUE HOJE EM DIA COM MAIS MULHERES DEFICIENTES EXERCENDO SUA CIDADANIA E SEXUALIDADE AS GESTANTES DEFICIENTES JA NÃO SÃO TÃO RARAS. ORIENTEI A ABIENTAÇÃO POR QUE ATÉ ENTÃO NÃO SE PENSAVA NELAS
ENFIM, OQUE DISSE E QUE 0 TEXTO DA FIEMG É A PONTA DE UM IMENSO ICEBERG.SOFRI NA PELE O MESMO PROBLEMA QUE SUA AMIGA MEDICA , POQUE ANTES DE SERMOS OLHADAS COM PENA, O PROFISSIONAL DEFICIENTE E OLHADO COM DESCONFIANÇA
JAMAIS ME DEIXEI ABATER OU INTIMIDAR COM ISSO. É CLARO QUE O MEU AMIGO NÃO ABANDONOU A FACULDADE POR SUA PROPRIA CULPA, MAS EM FINS DOS ANOS 70, ESTA DISCUSSÃO DE UMA SOCIEDADE INCLUSIVA ERA APENAS INCIPIENTE, MAS SERVIRAM PARA FORMAR CARATER COMBATIVOS COMO O MEU E O SEU PARA A CONSTRUÇAO DE UMA SOCIEDADE ONDE TODOS POSSAM EXERCER SUAS POTENCIALIDADES.


BEIJOS A TODOS E PODE ME CHAMAR DE VOCE

RUTH
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  3. N 8
katiabh Aceitar Resposta Pending Moderation
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Senhora RUTH,

É extremamente necessário que a senhora se informe a respeito das colocações consultando como funcionam os programas sociais. Suas reflexões possuem a característica forte de desinformação e vou me ater a expor em tópicos suas observações. A senhora já parou para pensar quais são os enfrentamentos que passa uma pessoa com deficiência para ocupar os espaços de trabalho? Faça um cronograma de todos os passos para sair de casa e ocupar estes espaços que a senhora entenderá porque muitos, respeitadas as limitações individuais, optam por não estar no mercado de trabalho. Segundo, não é a pessoa com deficiência que opta pelo programa social, mesmo porque não são todas que têm direito pois existe um critério legal, muito justo, que delimita essa concessão. A senhora sabia que existem familias que trancafiam a pessoas com deficiencia em casa para ela não trabalhar e receber o beneficio para sustentar a casa?? Este beneficio (BPC) é avaliado periodicamente pelo Governo com assistentes sociais governamentais para fazer esse levantamento. As aposentadorias por invalidez são concedidas pelo INSS porque empresas como as que o Sr Robson defende vitima cidadãos que se tornam deficientes nas industrias nos acidentes de trabalho e fecham os olhos a estas pessoas como se elas sumissem do mapa como pó e deixassem de existir. A sociedade acredita PIAMENTE(nao sei se a senhora está neste grupo) que abrir espaço para a pessoa com deficiência é um ato de BENEVOLÊNCIA e CARIDADE não pela sua capacidade de produção em oferecer um bom trabalho. Tenho uma amiga MÉDICA muito competente que atende em posto de saúde e É DEFICIENTE se formou com méritos melhor que outros alunos. Algumas pessoas não queriam consultar com ela pq era deficiente e o gerente do posto pediu uma transferencia para ela, que no posto seguinte não teve este problema.
Tenho 2 cursos superiores e uma pos e na minha vida escolar minha mãe foi HUMILHADA pedindo matricula em diversas escolas que me recusaram. Para alguem ser alfabetizado precisamos primeiro passar pela porta da escola não acha?
O seu colega que abandonou a faculdade, foi culpa dele não conseguir subir as escadas com muletas? Pq a faculdade não se dispos a deslocar a sala para baixo? Abandonei uma faculdade pro isso tb mas me graduei em outro curso já consciente que nao admitiria desrespeito. Ele foi desrespeitado e nem apoio dos colegas teve para ser um bom profissional que sem duvida tinha a mesma capacidade dos demais. Quando se tem poder é facil transferí-lo para outro.
A pessoa com deficiencia deve ser tratada com o devido respeito as limitações e não tem que provar nada a ninguem mas sim dizer que tem o sonho de construção pessoal. A acessibilidade começa por derrubar as barreiras atitudinais das pessoas que devem mudar esse pensamento, senão sempre encontraremos um critério para excluir alguem de um espaço comum a todos. Novamente com o devido respeito peço a senhora observar todos estes pontos que coloquei objetivamente que devemos admitir, são fatos reais e comprovados.
Felicidades
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  3. N 9
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Caros amigos
Li na pagina do emprego inclusivo a publicação do presidente do FIEMG sr Robson B. de Andrade. Confesso que não consegui visualizar a afirmação de “deficiente não gosta de trabalhar.” Em determinado parágrafo diz que o PdD optam pelos programas sociais governamentais e pelos concursos públicos no lugar de preencherem as cotas da iniciativa privada. Antes de contestarmos a afirmação, por que não refletirmos sobre ela? Em minha opinião os defs, optam pelos programas sociais por saber que não se extinguem ,por que são seguros e para não se submeterem as dificuldades cotidianas de acesso e aos ambientes físicos de trabalho desprotegidos e ate hostis. O emprego público também oferece segurança e a possibilidade, se necessário, da licença para tratamento de saúde sem a ameaça a sua empregabilidade. Se existe na população analfabeta do país 30% de PD (informação do próprio fórum), como encontrar neste contingente a capacitação que o mercado exige?
Em minha vida escolar até as duas faculdades onde cursei enfermagem (UNI RIO e UFF) , só convivi com outro deficiente no antigo primário em uma escola pública. Na faculdade meu outro colega desistiu do curso por não poder ir de muletas até as salas de aula. O documento do sr Robson, ainda que sem todos os elementos para tal, faz um diagnostico da situação e formula algumas propostas inclusivas. Por que não fazer o mesmo trabalho (diagnostico e propositivo), com todos os elementos que conhecemos melhor e oferecermos como resposta? Acho que a acessibilidade e um dos caminhos para a capacitação e a adequação dos ambientes de trabalho e estudo. Ainda neste campo gostaria de acrescentar que a discussão sobre a aquisição de carro 0 faz todo o sentido. O atendimento de qualquer uma de nossas necessidades não se sobrepõe e nem exclui as outras
Abraços a todos
RUTH
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Amigos,

Penso que existe um ponto importante para pensarmos. Os benefícios e isenções são instrumentos que visam equiparar oportunidades para as pessoas com deficiência ao adquirir um serviço ou produto e nesse sentido no caso do carro para que a com autonomia ou não a pessoa se locomova sempre precisa de recursos que geram algum onus que na visao geral não interessa a sociedade. A pessoa com deficiencia qu nao dirige arca com a responsabilidade de pagar um motorista ou um atendente quando precisa e isso pesa no orçamento. Aquele que possui mais independência além da cadeira de rodas vai arcar com os custos de adaptar o seu veículo cujo custo sai integralmente sem qualquer descontos. Os carros com recursos automaticos de direção hidraulica e cambio são veículos mais caros.
Assim tentamos dar nossos "pulinhos" para conquistar nossos espaços e nunca é algo muito fácil mas nada como trocar estas esperiências para melhorar nossa vida diária.
É por ai
abs

Kátia
CVI-BH
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mGUERRA Aceitar Resposta Pending Moderation
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Caros
Todos os assuntos são pertinentes. Podemos falar sobre todos eles.
Então... sempre escondi que sou portadora de artrite reumatóide juvenil, por saber que não me contratariam por pensarem que seria uma candidata a muitas licenças médicas. Passei muitos apertos. Há 2 anos, optei pelo concurso público, sem medo de me declarar. No entanto, o estatuto do funcionário público ao qual pertenço, reza que perderei direitos de promoção horizontal, no caso de tirar mais de 30 dias de licença médica num período de 5 anos. Venho lutando para modificar essa situação, uma vez que minha necessidade especial é a de cirurgias reparadoras, em virtude da doença degenerativa. Enfim, as discussões referentes às reais necessidades de mercado e das pessoas portadoras de necessidades especiais são fundamentais. Os ajustes precisam ser discutidos.
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xambre Aceitar Resposta Pending Moderation
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Sra. Katia!

Concordo plenamente com a senhora, o enfoque é muito mais amplo do que isenção de impostos na aquisição de veículos. O ideal seria que o deficiente tivesse seu emprego e com dignidade tivesse condições de comprar seu carro sem depender de nenhuma política assistêncialista. Infelizmete enquato nossa sociedade não prover oportunidades iguais para todos, independente da minoria a qual o cidadão pertença, essas políticas de isenções são justas e extremamente necessárias.

O que ocorre é que devido ao carro ser um bem de locomoção e sendo essa a maior dificuldade da grande maioria dos deficientes, a limitação da locomoção, o carro passa "merecer" um certo destaque no enfoque da questão, mas não pelo bem "carro" em si, mas sim devido as facilidades de locomoção que ele propricia ao público deficiente.

Um abraço a senhora e a todos.


André
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katiabh Aceitar Resposta Pending Moderation
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Sabe Luiz eu até gostaria de saber o posicionamento das pessoas aqui do forum pois este item é sério. Tenho a impressão aqui no forum de que as pessoas só preferem discutir as questões do carro à política da pessoa com deficiência não se resume a isso. Precisamos desenvolver um senso crítico, expor posicionamentos e dar opiniões, enfim formar uma consciência política que é ter estas visões claras sobre o assunto. Algo grave que todos vocês vão se assustar é que da população analfabeta no Brasil, 30% são pessoas com deficiência, sabiam?
Será que o Presidente da FIEMG está certo? ou é em função de todo tipo de barreira ser colocada para nós.
Gostaria sinceramente de discutir esta questão
abraços

Kátia
CVI-BH
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Lgassis Aceitar Resposta Pending Moderation
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Kátia,

VC É UMA GUERREIRA...

PARABÉNS...

JÁ ESTOU MANDANDO MINHA MENSAGEM ELETRÔNICA, E ESPERAMOS QUE TODOS FAÇAM O MESMO, POIS É DE GRANDE INTERESSE DAS
PESSOAS PORTADORAS DE ALGUM TIPO DE DEFICIÊNCIA...

FORTE ABRAÇO E QUE DEUS NOS PROTEJA.

LGASSIS.
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